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Uma pirueta, duas piruetas, quem é você?



por Solange Pereira Pinto




Acabo de assistir ao filme "O Palhaço", do versátil e criativo Selton Mello. É um roteiro simples e profundo, como toda simplicidade requer. 

Atemporal, o filme nos convida a pensar sobre o lugar em que queremos estar na vida, as parafernálias e as burocracias que nos cercam. 

O roteiro tem sabor de essência, síntese. Nada sobra ou falta, apenas, talvez, o nosso desejo de ser um pouco mais sábio como o Benjamin, que na ilusão da sua falta de graça reencontra o sentido da própria vida cheia da graça. 

A história fala de ternura, verdade e união. Virtudes que muitas vezes aparecem exatamente em cenários áridos. 

A trilha sonora dá o contorno do quanto o mundo é um caminhão de sentimentos e pensamentos, que às vezes nos deixam na mão feito motor fundido. Mas que sempre, também,  tem uma gambiarra para fazer funcionar novamente o temido globo da morte, que é a vida.

O circo mantém o pé na estrada, porque o espetáculo não pode parar, assim como o gato nasce para beber leite, o rato para comer queijo e o palhaço para fazer rir. E você quer brincar de desenhar com a mesma técnica do meu palhaço? Então entre aqui e solte a mão! Depois vá ao cinema  conhecer o Benjamin. 

Um comentário:

Andreia Arantes disse...

Muito bons seus posts!

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